Monólogo com o rei (sobre a existência de pontes e outras entidades)
A ponte sobre o rio Madeira está sendo construída e seu prazo de conclusão é para menos de um ano, dado o estado avançado em que as obras se encontram.
Estará ligando Porto Velho ao sul do Amazonas, beneficiando municípios como Humaitá, Manicoré, Novo Aripuanã, Novo Aripuanã, Apuí, Canutama e Lábrea.
O rei está nú e precisamos avisá-lo que seu discurso não serve mais: esteve simpático em entrevista concedida ao programa do Alan Rick, na TV Gazeta (14 de junho de 2012), fazendo até brincadeiras com tucanos, jacarés e pintos.
Mas de resto, somente disse bobagens:
Disse que a ponte sobre o rio Madeira para completar a ligação rodoviária entre Porto Velho e Rio Branco não foi ainda iniciada sua construção porque "tudo aquilo que acontece após Porto Velho parece que não existe".
Pode ser que o rei ainda considere que "o Acre não existe". Mas Humaitá, Manicoré, Novo Aripuanã, Novo Aripuanã, Apuí, Canutama e Lábrea existem!
Confirmou também que o que atrapalharia a construção da ponte é o lobby feito pelo concessionário dos serviços de balsas (empresa Rodonave Navegações, CNPJ 14.649.776/0001-41 e sua associada CNPJ 84.554.666/0001-81) sobre o rio Madeira.
Então ele deveria perguntar para os prefeitos de municípios de Humaitá, Manicoré, Novo Aripuanã, Novo Aripuanã, Apuí, Canutama ou Lábrea como foi que conseguiram vencer o poderoso lobby, já que a ponte sobre o rio Madeira ligando Porto Velho ao sul do Amazonas está saindo antes da ponte de ligação ao Acre.
Ou o lobby não tem tanta força assim, ou seria somente o Acre que não existe? Já estou ficando confuso.
Porque aquela conversa que foi procurado pelo lobby do concessionário das balsas e não os atendeu porque seria um senador a defender os interesses do Acre é que parece que não existe mesmo!
Talvez o que possa mesmo existir serão uma ou duas balsas a mais para a ligação entre o rio Rio Branco e Porto Velho, porque quando a nova ponte for concluída, estas balsas terão que ser utilizadas em outro local.
Quem sabe então o rei poderá dizer que houve uma conversa dele com o lobby das balsas e conseguiu melhorar a disponibilidade de balsas para atender ao estado do Acre, e com orgulho afirmar "estas balsas estavam servindo o sul do Amazonas, mas conseguimos argumentar que seriam mais importantes para o desenvolvimento sustentável da Amazônia aqui na nossa BR".
Agora, se o número de balsas também não aumentar com a inauguração da nova ponte sobre o rio Madeira, então pode ser que houve algum outro local onde elas seriam mais importantes de serem utilizadas.
Mas se Acre existir de verdade e continuar não produzindo nada, talvez seja a hora de criar o Banco do Acre S.A. Assim, pelo menos haveria uma finalidade para nossa existência.
Agora, o que não existe mesmo é a segunda fase do projeto da Florestania!
O rei disse que na primeira fase o que foi feito foi construir o "desenvolvimento verde" e que agora, o príncipe regente (Bastião) vai investir em outras frentes, como a produção de alimentos.
Precisamos lembrar ao rei que este negócio de desenvolvimento verde para o Acre não existe e o que fizeram foi destruir a agricultura de base familiar.
(charge de Néo Correia)
Assim, é possível que nesta fase "dois" deixe de existir a agricultura familiar e destruam o que existe de desenvolvimento verde.
Por que a ponte do rio Madeira está ligando duas regiões onde se produz energia, água potável e alimentos, fazendo com que a Amazônia dê sua contribuição para sanar a fonte de dois bilhões de pessoas que hoje não tem acesso a estes recursos.
Inclusive a população do Acre, que consome os alimentos e a energia produzida em Rondônia.
Porque na hora de gerar empregos para Rondônia, o Acre existe!
Paulo Wadt
PS: quanto aquele negócio de que o eleitor não deve confiar em Bocalom, não dá nem para comentar. Como pode um senador da república comemorar que o resultado de um plebiscito que aprove o retorno do fuso horário não seja respeitado ter moral suficiente para dar opinião sobre seus adversários políticos?
Estará ligando Porto Velho ao sul do Amazonas, beneficiando municípios como Humaitá, Manicoré, Novo Aripuanã, Novo Aripuanã, Apuí, Canutama e Lábrea.
O rei está nú e precisamos avisá-lo que seu discurso não serve mais: esteve simpático em entrevista concedida ao programa do Alan Rick, na TV Gazeta (14 de junho de 2012), fazendo até brincadeiras com tucanos, jacarés e pintos.
Mas de resto, somente disse bobagens:
Disse que a ponte sobre o rio Madeira para completar a ligação rodoviária entre Porto Velho e Rio Branco não foi ainda iniciada sua construção porque "tudo aquilo que acontece após Porto Velho parece que não existe".
Pode ser que o rei ainda considere que "o Acre não existe". Mas Humaitá, Manicoré, Novo Aripuanã, Novo Aripuanã, Apuí, Canutama e Lábrea existem!
Confirmou também que o que atrapalharia a construção da ponte é o lobby feito pelo concessionário dos serviços de balsas (empresa Rodonave Navegações, CNPJ 14.649.776/0001-41 e sua associada CNPJ 84.554.666/0001-81) sobre o rio Madeira.
Então ele deveria perguntar para os prefeitos de municípios de Humaitá, Manicoré, Novo Aripuanã, Novo Aripuanã, Apuí, Canutama ou Lábrea como foi que conseguiram vencer o poderoso lobby, já que a ponte sobre o rio Madeira ligando Porto Velho ao sul do Amazonas está saindo antes da ponte de ligação ao Acre.
Ou o lobby não tem tanta força assim, ou seria somente o Acre que não existe? Já estou ficando confuso.
Porque aquela conversa que foi procurado pelo lobby do concessionário das balsas e não os atendeu porque seria um senador a defender os interesses do Acre é que parece que não existe mesmo!
Talvez o que possa mesmo existir serão uma ou duas balsas a mais para a ligação entre o rio Rio Branco e Porto Velho, porque quando a nova ponte for concluída, estas balsas terão que ser utilizadas em outro local.
Quem sabe então o rei poderá dizer que houve uma conversa dele com o lobby das balsas e conseguiu melhorar a disponibilidade de balsas para atender ao estado do Acre, e com orgulho afirmar "estas balsas estavam servindo o sul do Amazonas, mas conseguimos argumentar que seriam mais importantes para o desenvolvimento sustentável da Amazônia aqui na nossa BR".
Agora, se o número de balsas também não aumentar com a inauguração da nova ponte sobre o rio Madeira, então pode ser que houve algum outro local onde elas seriam mais importantes de serem utilizadas.
Mas se Acre existir de verdade e continuar não produzindo nada, talvez seja a hora de criar o Banco do Acre S.A. Assim, pelo menos haveria uma finalidade para nossa existência.
Agora, o que não existe mesmo é a segunda fase do projeto da Florestania!
O rei disse que na primeira fase o que foi feito foi construir o "desenvolvimento verde" e que agora, o príncipe regente (Bastião) vai investir em outras frentes, como a produção de alimentos.
Precisamos lembrar ao rei que este negócio de desenvolvimento verde para o Acre não existe e o que fizeram foi destruir a agricultura de base familiar.
(charge de Néo Correia)
Assim, é possível que nesta fase "dois" deixe de existir a agricultura familiar e destruam o que existe de desenvolvimento verde.
Por que a ponte do rio Madeira está ligando duas regiões onde se produz energia, água potável e alimentos, fazendo com que a Amazônia dê sua contribuição para sanar a fonte de dois bilhões de pessoas que hoje não tem acesso a estes recursos.
Inclusive a população do Acre, que consome os alimentos e a energia produzida em Rondônia.
Porque na hora de gerar empregos para Rondônia, o Acre existe!
Paulo Wadt
PS: quanto aquele negócio de que o eleitor não deve confiar em Bocalom, não dá nem para comentar. Como pode um senador da república comemorar que o resultado de um plebiscito que aprove o retorno do fuso horário não seja respeitado ter moral suficiente para dar opinião sobre seus adversários políticos?


O PT é o câncer do Acre! Ninguém comenta porque tem medo de ser perseguido... Afinal tá tudo dominado por essa corja que se fez nas costas dos mais humildes e hoje luta pelos interesses da elite.
ResponderExcluirO rei mente tanto que daqui a pouco nem mesmo saberá quem é!
ResponderExcluirEncobrem o desprestígio junto à Dilma, com camadas de mentiras. A ponte que beneficiaria o Acre não sai pq os petistas não merecem o respeito e consideração da própria presidenta do seu partido. A solução? Trocar o atual grupo político. Trocar por quem? Flaviano? Petecão? Fernando Melo? Márcio Bittar?
Pra mim não dá! Vou de Bocalom!
Professor Doutor, tu falou um monte e não disse NADA, tenha dó
ResponderExcluirPaulo, seria recriar o Banco do Estado do Acre, pois ele já existiu, e para ser liquidado o povo acriano teve que pagar do próprio bolso, se é que ainda não estamos pagando, pagando por dívidas que foram feitas por políticos, empresários e até desembargador, que no apagar das luzes, alguns passaram de devedores a credores do Banco.
ResponderExcluirApenas para esclarecer, não defendo a criação dos bancos estaduais e creio que seu comentário foi feliz em indicar qual foi o resultado do Banacre nos últimos anos de sua atuação financeira.
ExcluirLembro que no primeiro governo do presidente Fernando Henrique Cardoso foram necessárias medidas saneadoras para recuperação dos bancos federais, que entraram em crise com o fim da inflação, e também foram feitas políticas para o saneamento dos bancos estaduais que além dos problemas devido ao fim da inflação, também estavam sujeitos a problemas de má gestão, tanto no Acre como em outros estados, como São Paulo e Rio de Janeiro, entre outros.
Foi quando implantou-se o impopular PROER (que evitou uma crise sistêmica na época e ajudou o Brasil a passar ileso pela crise mundial de 2008). O PROER é um fundo privado para recuperação dos bancos privados e públicos e no qual o presidente Lula também aproveitou para tomar medidas emergenciais na crise de 2008, como a diminuição do valor do depósito compulsório, liberando parte dos recursos retidos anteriormente com base na política de fortalecimento do sistema bancário e resultou elogios à estabilidade dos bancos brasileiros em todo o mundo.
Assim, minha menção a criação do "Banco do Acre SA" foi uma tentativa de estabelecer uma crítica - se por aqui não podemos cultivar a terra e produzir alimentos porque é insustentável, então, talvez a solução para nossa economia seja a agiotagem. Mas realmente não fui feliz na forma de colocar a idéia no texto original e agradeço pelo comentário feito e que me permite este esclarecimento.
Sabe Paulo, quando você relata: "...talvez a solução para nossa economia seja a agiotagem.", me faz pensar se o Estado, de uma forma geral, já não vive sobre essa infeliz condição, senão vejamos, se não fosse público e notório a condição de endividamento dos Estados da federação, a senhora presidenta ainda libera uma linha de crédito no valor de 20 bilhões, chamado Pró-Investe, com carência de um ano para os Estados...é muito docinho na boca das crianças. Preparemos nós os nossos bolsos para pagamento de mais essa dívida.
ExcluirCaro Paulo! Vc é simplesmente do CACETE. Vai fundo gaqrotinho.
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