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Mostrando postagens de maio, 2012

A coisa não pode continuar como está

"Esta é minha mensagem para vocês: encarem as coisas com mais calma. O que me preocupa é que eu noto que o governo do Estado do Acre se interessa muito pela pesquisa, então vocês tem a responsabilidade de dar resultados o mais rápido possível, (resultados) práticos, para o agricultor. A coisa não pode continuar como está: vocês não controlam a situação (desmatamento, utilização do solo). Vocês (do Governo do Estado do Acre) tem que pensar muito sério nisto, de forma que o governo do estado continue dando recursos para vocês e não fique só na coisa de mapas (confeccionando mapas). Esta é a minha preocupação." O texto acima é uma transcrição livre de um discurso espontâneo proferido pelo Dr. Rafael David Santos, em 2010, em Tarauacá, durante viagem pelo Estado do Acre, cujo vídeo está disponível logo abaixo.

Osso duro

Por Sérgio Souto, compositor acreano Não adianta me encostar de lado Nem me colocar na geladeira Sou carne de pescoço, osso duro de roer

Estatísticas apontam derrota da Frente Popular nas eleições de 2012 em Rio Branco

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Os resultados de um processo eleitoral depende de inúmeros fatores, como cenário econômico, grau de satisfação da população com os atuais gestores, entrada e saída de eleitores, posicionamento adotado pelos candidatos frente aos principais temas de interesse da população, a abrangência da eleição (cargos para presidente, governador, prefeito ou cargos legislativos), memória eleitoral, tempo de exposição na mídia, entre inúmeros outros fatores não aqui mencionados.

Insegurança alimentar em crianças do Acre

Fábio Lepique, identificado em seu perfil do Twitter como assessor do governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, recomendou ao Governador do Acre, Sebastião Viana, a leitura do artigo "Desnutrição em crianças menores de 60 meses em dois municípios no Estado do Acre: prevalência e fatores associados" ( veja ). O referido artigo científico foi publicado em março de 2012 na Revista Brasileira de Epidemiologia ( veja ).

O Acre e o PIB brasileiro*

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Por Altino Machado O governo do Acre tem dito que o Estado "deu um salto" nos últimos oito anos de gestão do PT e que o PIB estadual passou de R$ 500 milhões para R$ 5 bilhões.

O rei, o PIB e o salário mínimo

No site do senador Jorge Viana ( veja ) há uma clara preocupação com a utilização do PIB como um "indicador de progresso que não faz distinção entre o que é produtivo e destrutivo". O site relata que o senador cita que atualmente 84% da população vive nas cidades e, na Amazônia, a situação não seria diferente. “Vivemos em cidades cada vez mais insustentáveis. Rio Branco, pelos investimentos que fizemos em espaços públicos como parques e ciclovias, temos uma situação um pouco melhor, mas em regra geral, vivemos uma situação de absoluta insustentabilidade”. Sua proposta é fazer  a substituição do conceito do Produto Interno Bruto (PIB) por outro que leve em conta não só o indicador econômico, mas também o social e o socioambiental.

Mesadinha do PT

Aqui no Acre, corre em algumas bocas, que alguns lideres religiosos estariam recebendo propostas de mesadinhas de 5 mil reais para apoiar o PT e seus aliados na campanha para o cargo de prefeito de Rio Branco. Uma forma de compra de votos onde seria menor o risco de pagar e não ter o voto confirmado na urna eletrônica.

O rei do Butão e o rei do Acre

Em 1972, em resposta a críticas que afirmavam que a economia do seu país crescia miseravelmente, o rei do Butão, Jigme Singye Wangchuck, deve uma idéia para solucionar o problema: promoveu a criação do termo Felicidade Interna Bruta (FIB), em contrapartida ao Produto Interno Bruto (PIB). Quarenta anos depois, agora em 2012, o rei do Acre parece que também encontrou a resposta para o problema da falta de crescimento econômico do Estado: está propondo a criação de um novo indicador que possa substituir o PIB  (veja links nos jornais O Rio Branco ou Página 20 ).

Salários pagos em cargos comissionados no Acre

Altino Machado realiza consulta sobre salários pagos em cargos comissionados, para ex-governadores e atual governador e para secretários de estado. Clique no link a seguir para acompanhar a reportagem completa: Consulta à Controladoria Geral do Acre

Florestania – no caminho do desenvolvimento sustentável?

Florestania foi um termo criado no início dos anos 1980 no Estado do Acre, Brasil, para promover o conceito da “cidadania” adaptado a floresta Amazônica. O conceito fundamentou-se na idéia de que o desenvolvimento humano, social e econômico depende da preservação dos recursos florestais naturais.

O que se pretende ocultar ao questionar o uso do PIB no Acre?

Recentemente, alguns líderes políticos ligados ao Partido dos Trabalhadores (PT) do Estado do Acre têm defendido abertamente a revisão do indicador econômico Produto Interno Bruto (PIB), por substituição de outro indicador que possa refletir adequadamente o desenvolvimento regional.