Com ICMS mais alto do país, empresários do Acre tentam escapar de tributação pesada
Da redação de Acre Alerta
As notícias envolvendo supostos esquemas de empresários acreanos em burlar o fisco não são de hoje. O Acre tem uma das cargas tributárias mais elevadas do País. A tributação do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), chega a até 25%. Não bastassem os pesados impostos federais, os empresários são sufocados pelo Fisco estadual. Para fugir desta fome feroz do estado por impostos, eles usam de algumas escapatórias.
Do governo Jorge Viana até o início do de Binho Marques, a tática era comprar todas as mercadorias com destino a Brasiléia, onde existe uma ALC (Área de Livre Comércio) e tributação mais flexível. As mercadorias, porém, nem chegavam sequer a serem transportadas para fronteira, permanecendo em Rio Branco. A compra recebia o benefício fiscal de Brasileia, mas não atravessava a Corrente rumo à BR-317. Ao assumir o governo, Binho Marques estancou esta sangria de ICMS.
Com isso, todas as “filiais” de fachada instaladas na ALC de Brasiléia e Epitaciolândia fecharam as portas e voltaram para Rio Branco. Para amenizar o seu peso, o estado então adotou medidas de incentivo, mas que, como se vê agora na série de reportagens do Acrealerta.com, podem se tratar de mais um esquema de sonegação e suposto benefício às campanhas eleitorais do PT.
Burlar o ICMS não é de hoje. A novidade é que agora se sabe que a suposta fraude ocorria nas barbas da Secretaria da Fazenda, como investiga o Ministério Público. O estado precisa do ICMS para manter em funcionamento sua máquina pesadíssima e também pagar as dívidas que tem contraído desde o governo de Jorge Viana, que somadas, já superam a bagatela de R$ 4 Bilhões.
As notícias envolvendo supostos esquemas de empresários acreanos em burlar o fisco não são de hoje. O Acre tem uma das cargas tributárias mais elevadas do País. A tributação do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), chega a até 25%. Não bastassem os pesados impostos federais, os empresários são sufocados pelo Fisco estadual. Para fugir desta fome feroz do estado por impostos, eles usam de algumas escapatórias.
Do governo Jorge Viana até o início do de Binho Marques, a tática era comprar todas as mercadorias com destino a Brasiléia, onde existe uma ALC (Área de Livre Comércio) e tributação mais flexível. As mercadorias, porém, nem chegavam sequer a serem transportadas para fronteira, permanecendo em Rio Branco. A compra recebia o benefício fiscal de Brasileia, mas não atravessava a Corrente rumo à BR-317. Ao assumir o governo, Binho Marques estancou esta sangria de ICMS.
Com isso, todas as “filiais” de fachada instaladas na ALC de Brasiléia e Epitaciolândia fecharam as portas e voltaram para Rio Branco. Para amenizar o seu peso, o estado então adotou medidas de incentivo, mas que, como se vê agora na série de reportagens do Acrealerta.com, podem se tratar de mais um esquema de sonegação e suposto benefício às campanhas eleitorais do PT.
Burlar o ICMS não é de hoje. A novidade é que agora se sabe que a suposta fraude ocorria nas barbas da Secretaria da Fazenda, como investiga o Ministério Público. O estado precisa do ICMS para manter em funcionamento sua máquina pesadíssima e também pagar as dívidas que tem contraído desde o governo de Jorge Viana, que somadas, já superam a bagatela de R$ 4 Bilhões.
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