Porque não investir no Estado do Acre
Precisamos trabalhar para que haja políticas para a geração de empregos, mas para que empresas privadas façam a decisão de investir, precisam de segurança jurídica.
Sem a segurança jurídica, podem ficar reféns de idiossincrasias do poder público.
Há alguns anos, planejei fazer investimentos no Estado do Acre, mas ao iniciar o planejamento das atividades, resolvi cancelar os planos por insegurança. Ainda neste ano de 2012 estou iniciando um novo investimento no Estado de São Paulo, pois lá sinto mais segurança. Faço isto com muito desgosto, mas como micro-empresário preciso de regras claras e justas.
Hoje geramos emprego no Rio Grande do Sul quando nos alimentamos com arroz; geramos emprego em Goiás quando nos alimentamos com feijão; geramos emprego em Rondônia com o leite que consumimos.
Mas o as pessoas precisam saber que é necessário ter muita coragem para investir no Acre: pois podemos nos tornar reféns do governo.
O que não entendo é como que a própria Federação do Comércio do Estado do Acre pode fazer alusão a defesa de um sistema que leva a falência dos pequenos comerciantes:
O governo não pode ficar coagido e deve atender aos interesses do Estado. Ficamos felizes quando há novos empreendimentos, pois sabemos que irá gerar renda para o Estado e a população, além de lucro para o próprio empresário.
Mas a população precisa entender porque poucas empresas se arriscam a vir para o Acre. Precisam compreender porque falta dinheiro para a saúde, para a educação.
Por isso, podemos ter certeza que cuidar das pessoas nunca foi prioridade para esse governo que se intitula como o governo "do povo", da "florestania" ou da "frente popular". Somente mentiras, porque deveriam se chamar de "governo do dinheiro do povo".
Espero que o Ministério Público Estadual faça sua parte. Confio nas instituições acima de tudo.
Paulo Wadt
Nota 1: O código tributário do estado do Acre que localizei está disponível aqui
Sem a segurança jurídica, podem ficar reféns de idiossincrasias do poder público.
Há alguns anos, planejei fazer investimentos no Estado do Acre, mas ao iniciar o planejamento das atividades, resolvi cancelar os planos por insegurança. Ainda neste ano de 2012 estou iniciando um novo investimento no Estado de São Paulo, pois lá sinto mais segurança. Faço isto com muito desgosto, mas como micro-empresário preciso de regras claras e justas.
Hoje geramos emprego no Rio Grande do Sul quando nos alimentamos com arroz; geramos emprego em Goiás quando nos alimentamos com feijão; geramos emprego em Rondônia com o leite que consumimos.
Mas o as pessoas precisam saber que é necessário ter muita coragem para investir no Acre: pois podemos nos tornar reféns do governo.
O que não entendo é como que a própria Federação do Comércio do Estado do Acre pode fazer alusão a defesa de um sistema que leva a falência dos pequenos comerciantes:
O governo não pode ficar coagido e deve atender aos interesses do Estado. Ficamos felizes quando há novos empreendimentos, pois sabemos que irá gerar renda para o Estado e a população, além de lucro para o próprio empresário.
Mas a população precisa entender porque poucas empresas se arriscam a vir para o Acre. Precisam compreender porque falta dinheiro para a saúde, para a educação.
Por isso, podemos ter certeza que cuidar das pessoas nunca foi prioridade para esse governo que se intitula como o governo "do povo", da "florestania" ou da "frente popular". Somente mentiras, porque deveriam se chamar de "governo do dinheiro do povo".
Espero que o Ministério Público Estadual faça sua parte. Confio nas instituições acima de tudo.
Paulo Wadt
Nota 1: O código tributário do estado do Acre que localizei está disponível aqui

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