Osso duro
Por Sérgio Souto, compositor acreano
Não adianta me encostar de lado
Nem me colocar na geladeira
Sou carne de pescoço, osso duro de roer
Não sou de recusar uma saideira.
Você pode até gritar, fazer beicinho
Maldizer meu nome, minha história
Proibir meu canto e pensamento
Só fará agigantar a minha glória.
Se os meus versos fulminantes te incomodam
A minha liberdade é meu escudo
O meu coração não bate como o teu
E eu não sou Zebedeu e nem sou mudo.
Não adianta botar banca que eu me safo
Eu nunca paguei pra ser notícia
Conheço cada canto dessa estrada
Seus temperos, cores e delícias.
Não ponha o dedo em riste que eu protesto
Não faço festa para o meu algoz
Deixe em paz meu coração de artista
Que serei milhões com a minha voz.
Fonte: Blog do Altino
Não adianta me encostar de lado
Nem me colocar na geladeira
Sou carne de pescoço, osso duro de roer
Não sou de recusar uma saideira.
Você pode até gritar, fazer beicinho
Maldizer meu nome, minha história
Proibir meu canto e pensamento
Só fará agigantar a minha glória.
Se os meus versos fulminantes te incomodam
A minha liberdade é meu escudo
O meu coração não bate como o teu
E eu não sou Zebedeu e nem sou mudo.
Não adianta botar banca que eu me safo
Eu nunca paguei pra ser notícia
Conheço cada canto dessa estrada
Seus temperos, cores e delícias.
Não ponha o dedo em riste que eu protesto
Não faço festa para o meu algoz
Deixe em paz meu coração de artista
Que serei milhões com a minha voz.
Fonte: Blog do Altino
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