Mesadinha do PT
Aqui no Acre, corre em algumas bocas, que alguns lideres religiosos estariam recebendo propostas de mesadinhas de 5 mil reais para apoiar o PT e seus aliados na campanha para o cargo de prefeito de Rio Branco. Uma forma de compra de votos onde seria menor o risco de pagar e não ter o voto confirmado na urna eletrônica.
E a propaganda dissimulada poderia ser melhor monitorada nos cultos e nas reuniões religiosas.
Por serem os grupos religiosos, subgrupos da própria sociedade civil, é valido que tenham seus representantes na política e também que possam participar do debate político.
Mas devem respeitar a lei eleitoral. Nunca é demais lembrar que é vedada pela legislação eleitoral a veiculação de propaganda de qualquer natureza nos templos religiosos e que a inobservância dessa proibição pode ensejar a aplicação de elevadas multas pela Justiça Eleitoral.
Os membros de Igrejas que sejam candidatos a cargos eletivos devem também adotar as medidas necessárias ao fiel cumprimento da legislação eleitoral, sob pena responsabilização conjunta.
A veiculação de propaganda eleitoral em benefício de pré-candidatos ou candidatos, seja no interior da Igreja ou nos seus arredores também está vedada pela legislação eleitoral.
Sinceramente, espero que esta mesadinha seja um boato sem procedência. Mas para os fiéis, vale a pena ficar atento para atitudes muito engajadas e verificar se a orientação faz parte do plano de Deus ou se é apenas uma forma de propaganda dissimulada.
Se houver algum debate, deverá ser focado na reflexão e dando-se iguais oportunidades para os diferentes grupos políticos. Além de cuidar de consultar a Justiça Eleitoral para melhor orientação das medidas a serem tomadas para garantir a igualdade de condições.
Porque não se engane: se o político utilizar de meios ilegais ou da máquina pública no momento da pré-candidatura ou em sua campanha eleitoral, não respeitará também o eleitor após sua eleição.
Em tempo: concordo com o presidente do diretório estadual do PT em São Paulo, deputado estadual Edinho Silva, que destacou que "Religião é de foro íntimo e pessoal. Trazer (para o debate político) uma questão tão pessoal, tão subjetiva, eu penso que é um retrocesso democrático".
Paulo Wadt
E a propaganda dissimulada poderia ser melhor monitorada nos cultos e nas reuniões religiosas.
Por serem os grupos religiosos, subgrupos da própria sociedade civil, é valido que tenham seus representantes na política e também que possam participar do debate político.
Mas devem respeitar a lei eleitoral. Nunca é demais lembrar que é vedada pela legislação eleitoral a veiculação de propaganda de qualquer natureza nos templos religiosos e que a inobservância dessa proibição pode ensejar a aplicação de elevadas multas pela Justiça Eleitoral.
Os membros de Igrejas que sejam candidatos a cargos eletivos devem também adotar as medidas necessárias ao fiel cumprimento da legislação eleitoral, sob pena responsabilização conjunta.
A veiculação de propaganda eleitoral em benefício de pré-candidatos ou candidatos, seja no interior da Igreja ou nos seus arredores também está vedada pela legislação eleitoral.
Sinceramente, espero que esta mesadinha seja um boato sem procedência. Mas para os fiéis, vale a pena ficar atento para atitudes muito engajadas e verificar se a orientação faz parte do plano de Deus ou se é apenas uma forma de propaganda dissimulada.
Se houver algum debate, deverá ser focado na reflexão e dando-se iguais oportunidades para os diferentes grupos políticos. Além de cuidar de consultar a Justiça Eleitoral para melhor orientação das medidas a serem tomadas para garantir a igualdade de condições.
Porque não se engane: se o político utilizar de meios ilegais ou da máquina pública no momento da pré-candidatura ou em sua campanha eleitoral, não respeitará também o eleitor após sua eleição.
Em tempo: concordo com o presidente do diretório estadual do PT em São Paulo, deputado estadual Edinho Silva, que destacou que "Religião é de foro íntimo e pessoal. Trazer (para o debate político) uma questão tão pessoal, tão subjetiva, eu penso que é um retrocesso democrático".
Paulo Wadt
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