Eleições na UFAC (VI) - Sibá Machado
Passaram-se as eleições na UFAC e agora, precisamos esquecer os conflitos e adotarmos uma postura construtiva para apoiar ao candidato eleito. e que espero seja confirmado como novo reitor, para que este possa realmente implementar o plano de gestão evitando que as promessas de campanha se tornem algo irrealizável.
Entretanto, há algo que ainda acho importante refletir. Foi quando vi alguns aliados da oposição ao PT no Acre entrando no jogo de "terrorismo" contra o apoio do Deputado Sibá Machado ao então candidato Minoru.
Primeiro, é preciso ser muito inocente para não se ter percebido que muitos desses "novos anti-PT" eram, ou ainda são, fortes simpatizantes da Frente Popular e estavam tentando usar a política partidária contra o candidato Minoru.
Usando uma prática política que a oposição não precisa aprender ou adotar.
E fiquei triste ao ver conhecidos e simpatizantes da oposição adotando a mesma postura, ignorando até mesmo que o outro candidato tinha laços mais fortes com a Frente Popular no Acre.
O mais interessante foi usarem o Deputado Federal Sibá Machado como a prova incontestável da influência do PT nas eleições universitárias. Não posso dizer se houve ou não ajuda financeira ou logística ao candidato Minoru por parte do deputado Sibá, mas é preciso que este tipo de terrorismo seja melhor refletido.
Sibá Machado, desde que assumiu o cargo de senador na suplência de Marina Silva, tem feito em sua atuação parlamentar um claro apoio ao desenvolvimento científico regional e sempre procurando incluir a UFAC nestas atividades.
Suas emendas parlamentares resultam em recursos para a infraestrutura da pesquisa científica nas principais instituições federais, e sempre que possível foi incluído o componente educacional. Isto ocorreu até mesmo em instituições de pesquisa, como a Embrapa, que teve que incluir a educação de familiares de produtores rurais como contrapartida ao investimento recebido.
Sibá Machado não seguiu a linha de Marina Silva ao substituí-la no senado, como um defensor intransigente do meio ambiente e como um oponente do desenvolvimento tecnológico. Muito pelo contrário, tem afiançado o desenvolvimento da ciência e da tecnologia como um meio de se alcançar um novo modelo que possa alavancar o desenvolvimento social, sem agredir ao meio ambiente.
É uma postura muito menos eleitoreira do que anunciar grandes projetos ou grandes obras em época de eleições.
Não desejo fazer aqui uma defesa do deputado Sibá Machado, pois não sou seu eleitor e também vejo outras formas de se apoiar o desenvolvimento científico do estado. Também considero que sua postura é muito tímida em alguns setores, como permitir que a Fundação de Apoio a Pesquisa no Estado do Acre tenha sido criada como um cabide de empregos, e não como um organismo ágil e enxuto para fomentar a pesquisa científica.
Mas não há como negar que sua história parlamentar tem consistentemente sido pautada pelo apoio a educação superior e a pesquisa tecnológica, sendo a UFAC a grande beneficiária dessa atuação, enquanto que outros, aparecem apenas em momentos raros com propostas oportunistas e eleitoreiras.
E principalmente, espero que nas eleições municipais, a oposição, uma vez vencendo as eleições, saiba atuar de forma equilibrada, não adotando jamais posturas de ser anti-isto ou anti-aquilo.
É preciso acabar com esse revanchismo e esta postura egoísta que nossos atuais governantes possuem, como se somente na "Frente Popular" houvesse pessoas competentes, capazes e honestas.
Paulo Wadt
Entretanto, há algo que ainda acho importante refletir. Foi quando vi alguns aliados da oposição ao PT no Acre entrando no jogo de "terrorismo" contra o apoio do Deputado Sibá Machado ao então candidato Minoru.
Primeiro, é preciso ser muito inocente para não se ter percebido que muitos desses "novos anti-PT" eram, ou ainda são, fortes simpatizantes da Frente Popular e estavam tentando usar a política partidária contra o candidato Minoru.
Usando uma prática política que a oposição não precisa aprender ou adotar.
E fiquei triste ao ver conhecidos e simpatizantes da oposição adotando a mesma postura, ignorando até mesmo que o outro candidato tinha laços mais fortes com a Frente Popular no Acre.
O mais interessante foi usarem o Deputado Federal Sibá Machado como a prova incontestável da influência do PT nas eleições universitárias. Não posso dizer se houve ou não ajuda financeira ou logística ao candidato Minoru por parte do deputado Sibá, mas é preciso que este tipo de terrorismo seja melhor refletido.
Sibá Machado, desde que assumiu o cargo de senador na suplência de Marina Silva, tem feito em sua atuação parlamentar um claro apoio ao desenvolvimento científico regional e sempre procurando incluir a UFAC nestas atividades.
Suas emendas parlamentares resultam em recursos para a infraestrutura da pesquisa científica nas principais instituições federais, e sempre que possível foi incluído o componente educacional. Isto ocorreu até mesmo em instituições de pesquisa, como a Embrapa, que teve que incluir a educação de familiares de produtores rurais como contrapartida ao investimento recebido.
Sibá Machado não seguiu a linha de Marina Silva ao substituí-la no senado, como um defensor intransigente do meio ambiente e como um oponente do desenvolvimento tecnológico. Muito pelo contrário, tem afiançado o desenvolvimento da ciência e da tecnologia como um meio de se alcançar um novo modelo que possa alavancar o desenvolvimento social, sem agredir ao meio ambiente.
É uma postura muito menos eleitoreira do que anunciar grandes projetos ou grandes obras em época de eleições.
Não desejo fazer aqui uma defesa do deputado Sibá Machado, pois não sou seu eleitor e também vejo outras formas de se apoiar o desenvolvimento científico do estado. Também considero que sua postura é muito tímida em alguns setores, como permitir que a Fundação de Apoio a Pesquisa no Estado do Acre tenha sido criada como um cabide de empregos, e não como um organismo ágil e enxuto para fomentar a pesquisa científica.
Mas não há como negar que sua história parlamentar tem consistentemente sido pautada pelo apoio a educação superior e a pesquisa tecnológica, sendo a UFAC a grande beneficiária dessa atuação, enquanto que outros, aparecem apenas em momentos raros com propostas oportunistas e eleitoreiras.
E principalmente, espero que nas eleições municipais, a oposição, uma vez vencendo as eleições, saiba atuar de forma equilibrada, não adotando jamais posturas de ser anti-isto ou anti-aquilo.
É preciso acabar com esse revanchismo e esta postura egoísta que nossos atuais governantes possuem, como se somente na "Frente Popular" houvesse pessoas competentes, capazes e honestas.
Paulo Wadt

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